Todos os dias construímos castelos de areia

“…Nada está construído na pedra, tudo está construído na areia. Mas devemos construir como se a areia fosse pedra…”

Jorge Luis Borges

Anjos, Mutantes e Dragões de Ivanir Calado - Selo Pulsar (Devir)

Anjos, Mutantes e Dragões de Ivanir Calado - Selo Pulsar (Devir)

ANJOS, MUTANTES E DRAGÕES

de

IVANIR CALADO

Capa: Felipe Campos

Número de páginas: 292

Formato: 14 x 21 cm

Editora: Devir Livraria, Selo Pulsar

ISBN: 978-85-7532-422-6

Preço: R$ 34,50

Pela primeira vez num único volume, os contos de um dos melhores autores brasileiros

de ficção científica e fantasia. Histórias de ficção científica e fantasia, do mesmo autor de Imperatriz no Fim do Mundo: Memórias Dúbias de Amélia de Leuchtenberg, base da minissérie O Quinto dos Infernos.

Anjos, Mutantes e Dragões é um volume extraordinário em sua variedade, reunindo contos resgatado de uma dúzia de antologias do Brasil e de Portugal. Histórias que da ficção científica pré-histórica a do futuro distante, viagens no tempo, espionagem high-tech e explorações cyberpunk do futuro próximo da violência no Rio de Janeiro. Encontros com dragões em um outro planeta, com a senhora dos destinos nos subúrbios cariocas, seres angelicais em Copacabana, uma espécie alienígena que manipula a conformação dos próprios corpos, e um avatar em crise. E em tudo, extrema competência narrativa e controle do desenrolar das histórias e alternância de efeitos – suspense, humor, drama e especulação intelectual.

Também estão presentes consciência ecológica, fascínio pela mitologia universal e pelo folclore brasileiro, e respeito pela memória em suas manifestações culturais e biológicas. Para Ivanir Calado – mesmo que o seu alcance literário não se limite ao Brasil e à cultura brasileira –, a inserção da brasilidade na ficção científica e na fantasia vem com absoluta naturalidade.

Entre as narrativas de maior interesse estão a noveleta cyberpunk “O Altar dos nossos Corações”, a noveleta de fantasia contemporânea “Tia Moira” (estudada na Universidade da Flórida) e o conto de fantasia religiosa “Avthar”. Textos que merecem se tornar referência párea a ficção científica e fantasia nacionais.

Experiente, Ivanir Calado sabe que a invisibilidade é o melhor recurso do escritor. Sempre econômico em suas descrições, jamais se rende a floreios estilísticos. Todos os recursos literários devem servir unicamente ao enredo. E o leitor, percebendo isso, mantém olhos atentos a cada palavra e pontuação, jamais se permitindo pular linhas… Ivanir demonstra que sua versatilidade também se traduz numa impressionante latitude de estilos e gêneros.

Da introdução de Sylvio Gonçalves (roteirista de cinema)

SOBRE O AUTOR

Ivanir Calado nasceu na localidade de Morro Queimado, Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro em 1953, e estudou Artes Plásticas e trabalhou com música e teatro, antes de começar a escrever. Morro Queimado servido de cenário para algumas obras do autor, que escreveu de dois romances de horror, o extraordinário A Mãe do Sonho (1990), que lhe rendeu comparações com Stephen King, e Imperatriz no Fim do Mundo: Memórias Dúbias de Amélia de Leuchtenberg (1992). O escritor de telenovelas Carlos Lombardi baseou-se neste segundo romance, entre outros livros, para compor a minissérie da TV Globo, O Quinto dos Infernos (2002), uma paródia da vinda da Família Real Portuguesa ao Brasil em 1808. Muito ativo também na literatura infanto-juvenil, Calado escreveu para esse público, entre outras obras, as novelas de ficção científica O Lago da Memória (1993) e A Caverna dos Titãs (2002), e o romance de horror Mundo de Sombras: O Nascimento do Vampiro (2007). Ivanir Calado é também um prolífico tradutor e diretor de peças de teatro infanto-juvenil como O Neurônio Apaixonado e Rastros, Faros e Outras Pistas. Vários de seus livros têm o selo de “altamente recomendável” da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.

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O Brasil é um país de contradições e essa talvez seja a frase mais batida e usada do século XX. Vou começar de outra maneira [sic] Eu acho o

Brasil, sinceramente, um país divertido e capaz de nos maravilhar – para bem e para mal. Neste caso para bem, a ‘infame’ capa da famigerada revista VEJA desta semana ilustra o wannabe presidente, José Serra, em uma posse que tenta eliminar todo o seu charme sinistro de conde dracúla-estelionatário-burguês-defensor-dos-ricos-e-as-elites por um de simpatia e enorme empatia a la VJ da MTV. Confira a capa da revista abaixo.

Dito isto, os brasileiros, povo incrível (me incluo entre eles, claro) adorando a foto hipocrita e infame, criou um Tumblr no qual eles imitam, plagiam e zombam da meiguice do Serra.

Ah, eu também tenho Tumblr, dê um follow lá: Horacio Corral no Tumblr

José Serra - revista da VEJA - ele diz ' me preparei a vida inteira para ser presidente', eu digo ' vai ficar querendo '
José Serra – revista da VEJA – ele diz ‘ me preparei a vida inteira para ser presidente’, eu digo ‘ vai ficar querendo ‘

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Como escolher sua fonte? (em inglês) Clique para ampliar a imagem.

Julian Hansen oferece este fluxograma infográfico para te ajudar escolher a fonte adequada para cada trabalho. Além do uso prático óbvio, achei muito divertido conhecer melhor o uso de cada fonte, recomendadíssimo para qualquer um que goste de design e tipografia.

San Diego Comic Con 2008 178, upload feito originalmente por Foenix.

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